quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

BIBLIOTECA DO DR. LAUREANO BARROS


LEILÃO – BIBLIOTECA DO DR. LAUREANO BARROS (II Parte)

DIAS DO LEILÃO: 21 a 23 e (ainda) do dia 27 a 30 de Janeiro – 21 HORAS
LOCAL: Junta de Freguesia do Bonfim (Campo 24 de Agosto), Porto
CATÁLOGO(s) Online: AQUI

Trata-se da “segunda parte do leilão da biblioteca, pertencente ao distinto bibliófilo Dr. Laureano Barros, uma das mais valiosas bibliotecas particulares do século XX

Este Leilão dividido em 3 partes, teve a sua primeira parte em Maio de 2009 e a terceira parte ainda com data a anunciar
”

Nesta segunda parte destacamos o excepcional espólio de manuscritos e edições de Luiz Pacheco [originais manuscritos e dactiloscritos], que apresentaremos para venda em exclusivo no último dia [dia 30 de Janeiro]; as «Leis Extravagantes» de Duarte Nunes de Leão, datadas de 1569; a edição original de «Só» de António Nobre: de Almada Negreiros [ver Livro II, pp 150-162] salientamos a polémica edição do «Manifesto Anti-Dantas», «K4 Quadrado Azul», «Bailados Russos em Lisboa», assim como a muito esclarecedora edição d’«A Questão dos Painéis»; entre outras, as revistas «Orpheu» e «Manifesto» estarão disponíveis nesta segunda parte; de Almeida Garrett [a Garretiana vai da p. 86 à p. 101, do Vol. I], «Viagens na Minha Terra», «Folhas Caídas», o semanário «O Chronista» totalmente redigido por Garrett; de Herberto Helder, a raríssima edição publicada por Luiz Pacheco nas edições Contraponto, «O Amor em Visita», «A Colher na Boca», segundo livro do autor, assim como o raríssimo catálogo de uma exposição de pintura de Maria Paulo, com texto em prosa de Herberto Helder.

Entre muitos outros, salientamos ainda autores incontornáveis da cultura portuguesa como Frei Bartolomeu dos Mártires, Francisco Rodrigues Lobo, Francisco Manuel de Melo, António de Sousa Macedo, Francisco Sá de Miranda, Damião de Gois, Fernão Lopes, António Pereira de Figueiredo, Tomás António Gonzaga, Agostinho de Macedo, Alexandre Herculano, Guerra Junqueiro, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Gomes Leal, Wenceslau de Moraes, Manuel Laranjeira, Egas Moniz, Vitorino Nemésio, Fernando Namora, Pedro Homem de Mello, Vergílio Ferreira, Alexandre O’Neill, António Maria Lisboa, António Gedeão, ana hatherly. [via Livraria Manuel Ferreira]

AMANHÃ – DIA 21 DE JANEIRO (pelas 21 horas) e DIAS SEGUINTES

Catálogo(s) online - AQUI

A não perder.

domingo, 3 de janeiro de 2010

VOTOS PARA 2010



"Desejamos que os leitores, as livrarias e as editoras independentes resistam a mais um ano de bombardeamento dos grandes grupos"

Foto: Holland House Library (Kensington, Londres, Setembro de 1940). A livraria (onde agora funciona um teatro ao ar livre), construída em 1605 (por Sir Walter Cope), sofreu sucessivas investidas, desde a ocupação pelo exército de Cromwell (Guerra Civil) até à sua devastação pelos bombardeamentos (Blitz) da Luftwaffe na II Guerra Mundial. A curiosa foto (tirada por um fotógrafo anónimo para a agência Fox Photos), datada da manhã seguinte ao bombardeamento, mostra três homens, aparentemente descontraídos perante o caos instalado, a seleccionar e folhear livros que escaparam a mais um noite de terror. A livraria manteve-se em ruínas até 1952. [clicar na foto]

via Livraria Letra Livre, com forte abraço!

sábado, 2 de janeiro de 2010

ALMANAQUE REPUBLICANO: Historiografia Contemporânea Portuguesa de 2009


ALMANAQUE REPUBLICANO: Historiografia Contemporânea Portuguesa de 2009 - 10 Livros

"O homem não é uma inutilidade num mundo feito, mas o obreiro dum mundo a fazer" [Leonardo Coimbra]

O Almanaque Republicano, sopro de antiquíssimos cantares & memória saudosa da "forte gente", é um pouso aberto da alma republicana (qualquer que seja a sua viagem iniciática), um cântico largo aos "apóstolos de 5 de Outubro". Dada à luz por dois cavalleiros d’alma lusitana, mais que trabalho sobre a "pedra bruta" será sempre essa "virtude de posição" (R. Proença), esse locus de passagem, independente e liberta, esse ponto ou condição de "retrocesso ao seu princípio deslumbrado".

Para recusar a fadiga destes dies irae (culturais e políticos), diremos que, para V. caros ledores, nesta hora e pensamento nas comemorações do Centenário da República, entre nós habita o sonho interior da "República Nacional" (Sampaio Bruno) como padrão de vida ética e de tolerância, essa "cidade humana" fraterna e livre. Isto é, cumpre não esquecer a exaltação de um republicanismo como "conjunto de liberdades vivas" (R. Proença). Como será devido!

Como anteriormente – AQUI, AQUI e AQUI – regressamos, sem pretensões críticas ou conflitos de interpretações, aos textos e peças que, este ano findo, a historiografia contemporânea portuguesa publicou de mais marcante (...)

... a nossa escolha para 2009, que ocorre num período conturbado da nossa história, sendo a rememoração da Historiografia Contemporânea Portuguesa de 2009, será sempre para nós um devir, até porque "o que há de vivo na tradição não é no passado, mas no presente que existe", como diria Raul Proença. [J.M.M. - ler todo o texto AQUI]

Historiografia Contemporânea Portuguesa de 2009 - 10 Livros

1. História da Primeira República Portuguesa – coord. Fernando Rosas, Maria Fernanda Rollo (Tinta da China)
2. Vem aí a República! 1906-1910 – Joaquim Romero Magalhães (Almedina)
3. A Crise da República e a Ditadura Militar – Luís Bigotte Chorão (Sextante Editora)
4. Cunha Leal, Deputado e Ministro da República: um notável rebelde – Luís Farinha (Biblioteca da Assembleia da República/Texto Editora)
5. Estados Novos, Estado Novo – Luís Reis Torgal (Impr. da Un. de Coimbra)
6. Afrontamento político-religioso na Primeira República: enredos de um conflito – António Teixeira Fernandes (Estratégias Criativas)
7. As Mortes que Mataram a Monarquia – Luís Vaz (Via Occidentalis)
8. Henrique Tenreiro. Uma biografia política – Álvaro Garrido (Temas e Debates)
9. Candidatos da Oposição à Assembleia Nacional do Estado Novo: um Dicionário – Mário Matos e Lemos, coord. Luís Reis Torgal (Biblioteca da Assembleia da República/Texto Editora)
10. A Maçonaria e a Implantação da República: documentos inéditos [Simões Raposo/Carvalhão Duarte] – coord. Alfredo Caldeira e António Lopes (Grémio Lusitano/Fund. Mário Soares)

in ALMANAQUE REPUBLICANO

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009


2010 - FELIZ ANO NOVO

"Para ti, para que não julgues que a dedico a outra" [Almada]

"A doçura mata.
A luz salta ás golfadas.
A terra é alta.
Tu és o nó de sangue que me sufoca.
Dormes na minha insónia como o aroma entre os tendões
da madeira fria. És a faca cravada na minha
vida secreta. E como estrelas
duplas
consanguíneas, luzimos de um para o outro
nas trevas"

Herberto Helder - "Dedicatória"

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009



FELIZ NATAL!

HOT CLUBE


O reportório destes tempos infaustos, que são os nossos, todos os dias observa anacronismo curioso. Gasta-se farto cabedal em lindismos culturais para a canalha, sempre de fazer corar de inveja os nobres empresários made in sr. Van Zeller ou vibrar por genuflexão essas verduras neoliberais abundantes no mercado cultural indígena, que parecemos estar num respeitável e civilizado país.

Não existe um único autarca, bem estabelecido no ramo, que não lance tão alucinantes prebendas ou festividades na sua paróquia – como o pífio Red Bull, circuitos majestosos para gente fabulosa, incensuráveis jogatinas de futebol, desfile de putedos intelectuais pelas charnecas literárias ou artísticas, ranchos musicais autorizados pelo povo anónimo, e por ai fora -, delapidando a fazenda e o erário público, evidentemente sempre a bem dos paroquianos. Nunca ninguém viu o fundo desse original saco financeiro, pelo que deve ser de peso e sem medida.

Entretanto o património arquitectónico jaz em ruína, as ancestrais associações culturais restam em incrédulo esquecimento, as artes esvaem-se sem honra nem afronta e espólios inteiros "fogem" para o estrangeiro. O absurdo silêncio sobre esses destroços públicos, que envergonha qualquer alma civilizada, imortaliza os “nossos” intelectuais e políticos.

O Hot Clube, lugar de culto na divulgação & promoção do jazz, solicita há anos apoio a quem de direito para ter uma casa funcional e de conforto. Nada se conseguiu. Como sempre, tudo ficou por fazer. E agora, quando a situação é trágica e o "crime" não aproveita ninguém (ou não será assim?), o que fazer para limpar a inépcia do município e o disparate disto tudo? Esperemos.

ALFARRABISTAS



- texto publicado na revista Illustração Portuguesa, nº97, de 30 de Dezembro de 1907, pags. 862-864 [ler online na Hemeroteca Municipal]

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

DO PODER


"Nunca além do poder, se encarou o paiz; nunca o estado servio de ponto de apoio, do centro promotor do progresso individual e social. Tem-se empunhado o poder, como meio de acquisição de fins privados, de clientela: tem-se sido governo, mas não se tem governado.

A governação, tem sido convertida em uma espécie de Igreja militante, em que só são admittidos os iniciados nos mistérios da seita theocratica do poder, que fazendo-se a donatária exclusiva do paiz, se tem collocado, por esse exclusivismo mesmo, muito longe de poder governar, curando como lhe cumpria dos interesses públicos. Em semelhante modo de ser, taes interesses não podem ser attendidos; por que o interesse máximo de taes administrações, não pode ser outro, senão o interesse dessas parcialidades, de que fallamos; impor e sustentar uma situação anómala, em que as facções vigoram e dominam; em que o paiz enfraquece e se desmoralisa."

Francisco Joaquim de Almeida Figueiredo, in "Instrucção Publica e Governo", Lisboa, Impr. Commercial, 1854 [via off. de E. de Sousa, em bom papel e asseada edição]

PARA ELE



Para o André, que cada vez que via o mar deitava um curioso beiço caído. Já a mesma espiritualidade graciosa não tinha, o petiz, com o fascinante colorido e o balido dos srs. deputados, aquando dos trabalhos forçados via TV. Birrento! Manias obscenas, a do rapaz.

Boa festas Ó filhos do choro

MOVIMENTO ASSOCIATIVO DOS PROFESSORES



"A Universidade Lusófona realizou recentemente um seminário com o tema 'Memórias do associativismo e sindicalismo docentes'. Propuseram-me [Helena Pato], então, que aí deixasse o meu testemunho, as minhas recordações, acerca de como nasceram os sindicatos dos professores. Acedi, com a satisfação de poder, deste modo, legar memórias. Memórias que, ao que sei, nem nas comemorações dos 30 anos dos Sindicatos dos Professores nascidos em Abril de 74, nem agora, na passagem do 40º aniversário do Grupos de Estudo (que estiveram na base da sua criação), interessaram às direcções sindicais. Desdobrámos essa intervenção em três partes – 1, 2 e 3 – para que se torne mais fácil a sua leitura nestes CAMINHOS DA MEMÓRIA. A primeira parte pode ser lida aqui (...) a segunda aqui" e a terceira aqui.

de Helena Pato, via Caminhos da Memória.

FOTOS: da esquerda, capa da "História do movimento associativo dos professores do ensino secundário - 1891 a 1932", de [José António C.] Gomes Bento [julgo que na época era docente da E.P. António Nobre, Matosinhos], Livraria Júlio Brandão,Janeiro de 1973; foto da direita, Caderno "O Professor" nº1, GEPDES, Julho de 1971, in "Educação, Acto Político", de Agostinho dos Reis Monteiro, Edições O Professor, 1975.

via Almanaque Republicano

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

NOTÍCIAS DA FRENTE


"Porque bem desvalido é um livro. Mal viu a luz – ou ainda antes –, já o coro de inveja esta afiando os dentes, nunca atento às suas virtudes, apenas às faltas. E quantos perigos não espreitam o seu corpo ..." [Dâmaso Alonso]

O grande Palladio dizia:"Ao lavrador que for curioso, não lhe faltará que fazer do seu ofício, como recolher feno, estercar onde for necessário, pisar estarco e azer cordas; pode também no campo concertar valados e tapar cordas". Nós por cá, sustidos em tão requintada gesta, andamos à volta dos livros & papéis manchados. A humidade destes tempos exige trabalhos de casa. Deixemos a horta para o hortelão. A questão é a de sempre: as estantes devem ser abertas ou fechadas? Eis o nosso "ocioso" debate. Ao pé disso o landisco politiqueiro do sr. Sócrates é uma brincadeira de crianças. Avanti!

- o LXXXIX Catálogo de Livros Raros e Esgotados apresentado à venda pelo estimado livreiro Manuel Ferreira (Porto) já anda ou mora em altas estantes. O interessante conjunto de livros antigos & modernos, com valiosas peças bibliográficas, pode ser consultado AQUI. Refira-se que a considerada Livraria de Manuel Ferreira anda luxuosa de intenções e dilatada de fé bibliófila: chegou, em força, à net, via novo site, twitter e facebook. Oh! Nobilíssima visão.

- a esplêndida Livraria Luís Burnay forneceu aos estimados amadores de livros o seu 44º Boletim Bibliográfico. Temos 484 peças primorosas distribuídas por várias e apreciadas secções, de curiosidade bibliográfica, que um coleccionador anotará, decerto. Consultar, AQUI.

- para um bom apreciador de crónicas sobre livreiros & bibliófilos, informa-se que está (ainda) à venda na reputada Livraria Letra Livre (Lisboa), a edição fac-similada de "No Leilão Ameal. Crónicas amenas de uma livraria a menos", redigida por Gustavo Matos Sequeira. Esta interessante peça de colecção (a 1ª edição, 1924, teve apenas 500 exemplares, todos dedicados a bibliófilos), que retrata o que foi o invulgar e valioso Leilão da Livraria do Conde do Ameal, foi primitivamente publicada nas colunas do antigo jornal O Mundo. A edição traz caricaturas, com desenhos de Alberto de Souza, dos antigos bibliófilos que disputaram, arduamente, os cobiçados livros do Ameal. Ver, AQUI.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O TEATRO GOVERNAMENTAL: PARA QUE SERVE?


O governo do sr. Sócrates anda frouxo, maçudo, encalhado. A desorientação governamental, bem visível no manguito de munições verbais postas a correr pelos panegiristas costumeiros, é formidável. As várias e incultas conspiratas & aranzéis provincianos, sem tacto nem decoro, que todos esses sujeitos liliputianos – cujo talento ninguém inveja – mantêm por todos os lados e em todas as cores, são desprezíveis como escola política e inúteis para um qualquer rendez-vous que se preze.

A agitação estéril de um Vieira da Silva, e a lamúria que a acompanha; o enxurro de intervenções críticas acerca do esmalte da nova oposição iniciada pelo sr. Francisco Assis (o novo picareta-falante); a vistoria alvoroçada às tropas socráticas dirigida pelo reaparecido sábio Almeida Santos ou os longos e trémulos registos sobre a ingovernabilidade, aludidos pelo sempre histrião Jorge Lacão, explicam o estado da coisa e a balbúrdia económica & política que virá a seguir. E o nosso infortúnio.

A ruidosa vaudeville teatral composta pelo grupo do sr. Sócrates não é uma mera provocação político-parlamentar ou uma natural estratégia de vitimização. A dramatização da coisa, pela raridade do descalabro financeiro a que a paróquia chegou, não permite concluir que essa piedosa estratégia vise a perpetuação futura do poder ou que, nesse requinte de intriga, se reclame a salvação da pátria, uma vez remida das suas moléstias. O expediente usado pelo grupo de interesses do sr. Sócrates significa apenas que nestes quatro anos de governação a "obra" ou a "encomenda" está cumprida e publicitada. Não há mais nada a fazer. Porque, simplesmente, se bateu no fundo mais depressa com que se contava e pouco há a recolher no futuro.

Que venha do sr. Sócrates o desejo de ser emparedado – quer via Parlamento, quer pelo sopro presidencial do dr. Cavaco ou mesmo pelo labor e honradez das secções do ex-Partido Socialista – não acrescenta nada ao desenrolar das acções futuras. O sr. Sócrates e os seus amigos (quase a lembrar os últimos dias do dr, Vale & Azevedo) estão em fuga maviosa. E de saída. Tudo recomeçará depois, sem recato e sem memória. Estranha maldição, a nossa!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A CRISE DA REPÚBLICA E A DITADURA MILITAR - LUÍS BIGOTTE CHORÃO


15 de Dezembro, pelas 18,30 horas, no PALÁCIO DO MARQUÊS DE LAVRADIO (campo de Santa Clara, Lisboa) - apresentação do livro "A Crise da República e a Ditadura Militar" de Luís Bigotte Chorão.

"Luís Bigotte Chorão, jurista, investigador e professor universitário, bibliófilo apaixonado e, não podemos também esquecer, um dos nossos ledores atentos e assíduos, vai lançar o seu último trabalho.

Depois de ter publicado Subsídios para a História do Direito Comercial I - A Comercialística Portuguesa e o Ensino do Direito Comercial na Universidade de Coimbra, Lisboa, 1998 e de O Periodismo Jurídico Português do Século XIX, Lisboa, 2002, aventura-se agora numa obra que procura estudar o período aliciante, mas simultaneamente conflitual e aparentemente algo errático que se estabelece no final da 1ª República e que se prolonga durante a Ditadura Militar, onde depois começam a avançar as forças que vão controlar o País durante quase meio século.

Uma obra que resultou da apresentação da sua tese de doutoramento na Universidade de Coimbra e que a Editora Sextante se aventurou a publicar.

A apresentação vai ser feita em Lisboa, no próximo dia 15 de Dezembro, conforme se pode ver na imagem, com a apresentação feita por Luís Reis Torgal, José Adelino Maltez e Fernando Rosas que suscitarão certamente um interessante e vivo diálogo com os intervenientes"

via Almanaque Republicano.